Economia Sustentável e Iniciativas Ambientais



É nítido como uma nova forma de consumo que vem se desenvolvendo ao longo dos anos no Brasil e no Mundo.


Há alguns anos o consumo se baseava em "procura x oferta". As pessoas precisavam de algo e consumiam o produto que mais se encaixava com suas necessidades e baseavam sua escolha em critérios próprios como: valor, qualidade, característica específica e por aí vai.


Porém de alguns anos pra cá percebemos um movimento expressivo do propósito como papel principal no consumo. O produto de consumo não é apenas algo que precisamos mas algo que desejamos, que de alguma forma preenche mais do que uma simples função.


Alguns dizem que uma conscientização maior da população sobre como é feita a fabricação de alguns produtos, de onde vem a matéria prima destes produtos ou de uma percepção de responsabilidade no consumo podem ter causado esse movimento.


Porém novas estratégias de marketing, a expansão das redes sociais na influência do consumo e outros fatores também influenciaram nessas mudanças.


Mas espera, como tudo isso aconteceu?


1) maior conscientização ambiental e social da população ocasionando uma mudança no consumo para o consumo consciente;


2) mudança na estratégia de marketing referente a estes produtos aconteceu onde a informação sobre os produtos, encaixando-os em cartegorias era o mais importante, o consumo com proposito;


3) com isso, pessoas em geral e alguns famosos aderiram determinados produtos como uma espécie de expressão da autoimagem, criando os nichos e o consumo consciente com proposito;


Aos poucos todos esses movimentos, e a associação do consumo consciente (apenas o que é necessário, sem desperdício) com o consumo com propósito (consumo de produtos que se encaixam em valores e ações e propósitos que eu apoio) desenvolveram uma nova forma de consumir, gerando um movimento de economia sustentável.


A Economia Sustentável presa pelo bem estar do ser humano como um todo e considera o meio onde ele vive parte disso. Portanto um consumo que não se importe em poluir, em prejudicar a natureza e o meio onde ele vive ou que não se preocupe com a sociedade em si não se encaixa em uma Economia Sustentável.


Para ser sustentável precisa ser consciente, ter propósito e se preocupar que todos - de alguma forma - ganhem com isso, gerando um bem a toda uma sociedade ou nicho específico.


Aos poucos, com esse movimento, novos nichos surgiram como: uber, blá blá car, buser, repassa (brechó online), airbnb, housi entre diversos outros. Todos esses usam métodos de economia sustentável seja economia circular, colaborativa ou de reuso.


Existem ainda outras formas de gerar propósito associando outras ações ao seu produto como o apoio a Iniciativas Amcientais ou Sociais que façam sentido no seu nicho. Além de ajudar, você agrega valor ao seu produto e reinveste parte do valor da sua marca para uma ação de ajuda, recuperação ou colaboração.


São muitas as formas de investir em Economia Sustentável mas a principal delas é observar o impacto que seu produto pode gerar e tentar minimizá-los de alguma forma, seja no seu modelo de negócio, na elaboração do produto ou em iniciativas externas como essas.


Obviamente existem teorias e explicações muito mais elaboradas para dizer o que é a economia sustentável e como exatamente ela surgiu, mas com certeza a maior consicientizacão ambiental e social da população, associada a facilidade de interação que as redes sociais e os aplicativos nos trouxeram facilitaram - e muito - esse movimento.


Hoje, se você é um empreendedor, não basta ter um produto bom. Seu produto precisa ter propósito, fazer a diferença não apenas para quem compra mas para todo um nicho e ainda contribuir de alguma forma para uma mudança maior seja na sociedade, no meio ambiente ou na otimização de algum processo.


Quer ver outros temas como esse ou saber mais sobre os tipos de Economia Sustentável e como utilizar as Iniciativas Ambientais como propósito no seu empreendimento?


Então deixe sua mensagem nos comentários ou entre em contato conosco dando a sua sugestão!


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FONTE:

Catherine Weetman - Economia Circular - Editora Autêntica Bussines (1° edição) 2019;

Ricardo Ribeiro Alves - Sustentabilidade Empresarial e Mercado Verde - Editora Vozes (1° edição) 2019

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